O perdão é um catalisador que cria a ambiência necessária para uma nova partida, para um reinício. Martin Luther King
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domingo, 15 de janeiro de 2017
sábado, 14 de janeiro de 2017
sexta-feira, 23 de dezembro de 2016
Lincoln O modelo MKX atual
Lincoln M K Z Concepta estréia em Pequim: um concorrente de luxo que olha a parte:
Pela primeira vez em sua história de quase 100 anos, Lincoln de malas e estreando um carro conceito no exterior. O MKX você vê aqui inspeciona a próxima geração de médio porte de crossover da marca, e está sendo revelado no 2014 Beijing Auto Show. A razão para a mudança é que Lincoln está esperando para expandir sua Global Footprint-embora, por enquanto, "global", só China e América do Norte e está no meio de um processo de revitalização que controladora Ford está esperando vai ser tão bem sucedido como o seu próprio retorno de uma década para se formar. 

M - K - Meow
Comparado com MKX gordinho de hoje , o corpo do novo conceito é ágil e musculoso, com um teto cônico e bem elegantes, longos arcos de defesa . Grade de dividir a assinatura de Lincoln é muito bem executado com ripas finas, horizontais que fluem para unidades de farol igualmente delicados e lâmpadas indicadoras de LED. A iluminação traseira LED permite uma tomada ultra- fino no conceito de largura total lanterna traseira do Lincoln, e nós gostamos da poderosa aparência pseudo saqueador que está integrado na porta traseira logo abaixo da janela. Semelhante ao MKC , que se baseia na Ford , mas parece bastante diferente , o MKX é adequadamente diferenciado a partir da sua próxima geração irmão Ford Edge . Esta é uma boa coisa. Porque este é um conceito, rodas de 21 polegadas fazem parte do negócio, mas ao contrário de alguns carros da mostra , o modelo de produção poderia começar realmente rolos deste tamanho. O MKX atual oferece rodas que variam de 18-22 polegadas de diâmetro.
Lincoln , por agora está mostrando apenas o conceito MKX exterior , mas não prevemos a cabine ainda não visto ser qualquer coisa, mas um bom lugar para se sentar , se o MKC é qualquer coisa ir perto . ( E com reversão de Lincoln aos botões reais em vez de controles capacitiva ao toque , deve ser , no mínimo, ser um lugar menos agravando a sentar-se . ) Divisão de luxo da Ford não está falando de pedaços mecânicos do modelo de produção , quer , mas estamos plataforma subjacente confiante do MKX irão transitar , embora ligeiramente modificado, a partir do modelo atual.


Dodge Challenge


Cadillac Escalade


M - K - Meow
Comparado com MKX gordinho de hoje , o corpo do novo conceito é ágil e musculoso, com um teto cônico e bem elegantes, longos arcos de defesa . Grade de dividir a assinatura de Lincoln é muito bem executado com ripas finas, horizontais que fluem para unidades de farol igualmente delicados e lâmpadas indicadoras de LED. A iluminação traseira LED permite uma tomada ultra- fino no conceito de largura total lanterna traseira do Lincoln, e nós gostamos da poderosa aparência pseudo saqueador que está integrado na porta traseira logo abaixo da janela. Semelhante ao MKC , que se baseia na Ford , mas parece bastante diferente , o MKX é adequadamente diferenciado a partir da sua próxima geração irmão Ford Edge . Esta é uma boa coisa. Porque este é um conceito, rodas de 21 polegadas fazem parte do negócio, mas ao contrário de alguns carros da mostra , o modelo de produção poderia começar realmente rolos deste tamanho. O MKX atual oferece rodas que variam de 18-22 polegadas de diâmetro.
Lincoln , por agora está mostrando apenas o conceito MKX exterior , mas não prevemos a cabine ainda não visto ser qualquer coisa, mas um bom lugar para se sentar , se o MKC é qualquer coisa ir perto . ( E com reversão de Lincoln aos botões reais em vez de controles capacitiva ao toque , deve ser , no mínimo, ser um lugar menos agravando a sentar-se . ) Divisão de luxo da Ford não está falando de pedaços mecânicos do modelo de produção , quer , mas estamos plataforma subjacente confiante do MKX irão transitar , embora ligeiramente modificado, a partir do modelo atual.
Dodge Challenge
Hotchkis E-Max Dodge Challenger
Cadillac Escalade
Voyage 1.8 AP

Voyage 1.8 AP ![]() |
Voyage IIVisão GeralNomes
alternativosVolkswagen Gol Sedan
Volkswagen Senda Volkswagen Gacel Volkswagen Fox
Produção1981 - 1996 (1ª geração)2008 - presente (2ª geração)FabricanteVolkswagenModeloClasseSedan compactoCarroceriaSedanModelos relacionadosVolkswagen Gol
Volkswagen Parati
Volkswagen Saveiro
Chevrolet Chevette
Chevrolet Cobalt
Fiat Prêmio
Fiat Oggi
Fiat Grand Siena
Ford Escort
Primeira Geração[editar | editar código-fonte]
Início da produção do Voyage ("viagem" em francês) aconteceu em maio de 1981. O Voyage foi projetado e fabricado pela Volkswagen do Brasil, assim como o Gol, a Parati e a Saveiro, (a chamada família BX). O Voyage segue as linhas de tendência das décadas de 70 havendo grandes semelhanças entre este e outros carros da marca fabricados na Europa na década de 70, em especial com o Jetta I, a parte mecânica era a do Passat fabricado no Brasil, motor 1.5 refrigerado a água e câmbio de 4 marchas, encontrado nas versões a gasolina ou a álcool, nas versões de acabamento S, LS e GLS.
Em 1981 o Voyage foi eleito "O Carro do Ano" pela revista Autoesporte e começou a ser exportado para países da América do Sul com o nome de Gacel, Amazon e posteriormente Senda (versão para a Argentina, com motor 1.9 litro a diesel).
Em 1983 o Voyage movido a álcool passou a utilizar o motor MD 270 1.6 litro (mesmo do Passat TS), identificados pelo emblema "1.6" na grade do radiador, sendo este o motor o mais potente (81 cv) que a Volkswagen do Brasil produzia até então. Ainda em 1983 foi lançada a primeira série especial: o Voyage Plusdentre os itens especiais tinham faróis de neblina, para-choques na cor do carro e calotas especiais, e também o Voyage Sedan de 4 (quatro) portas, na época com baixíssima aceitação, pois os brasileiros não gostavam de carros 4 portas (o inverso do que acontece hoje, onde a maioria prefere a comodidade ao design esportivo de um cupê).
Em 1983 ainda, em São Paulo no Salão do Automóvel a Volkswagen apresentava um carro-conceito denominado Voyage Tecno, incorporando tudo o que o Departamento de Engenharia da Volkswagen acreditava que se tornaria normal nos veículos de produção num prazo de até 10 anos: painel de instrumentos digital, computador de bordo, rodas Pirelli, bancos de regulagem elétrica com memória, lanternas traseiras com luz negra, motor de 16 válvulas com injeção eletrônica, piloto automático, câmbio de 5 marchas e ABS, entre outros.
Em 1984 todos os modelos passaram a ter o motor 1.6, inclusive a série especial Los Angeles (em comemoração as Jogos Olímpicos de Verão de 1984 em Los Angeles).
A série especial Los Angeles diferenciava-se das demais com acessórios que incluíam: pequeno aerofólio na tampa do porta-malas, volante do Passat TS (febre na época), rodas de liga-leve aro 13, frisos adesivos laterais na cor vermelha e faixas adesivas laterais na cor preta traziam esportividade ao modelo, adesivos "Los Angeles" no vidro traseiro e nos para-lamas, spoiler dianteiro acompanhado de faróis de milha Cibiê Serra II, e a cor exclusiva um azul metálico (logo apelidado de "azul tampa de panela"). A cor "azul enseada" metálico era exclusivo do modelo, assim como os bancos Recaro de veludo navalhado cinza. Era oferecido apenas na versão a álcool do motor 1.6, com câmbio 4 marchas (apenas o curto) ou com câmbio 5 marchas (raríssimas unidades). Suas vendas não atingiram as expectativas da montadora devido a rejeição da cor que para a época era muito chamativa e em um eventual reparo de funilaria seria difícil igualar a cor com os recursos existentes até então, o que obrigou muitos concessionários a mudar a cor do veículo por outros tons de azul, com o veículo ainda zero quilômetro. No total, das 3.000 unidades previstas, foram fabricadas somente 300 unidades, tornando o modelo um dos mais raros Volkswagens fabricados, muito cobiçado entre colecionadores e admiradores da marca.[3]
Em 1985, o câmbio de 5 (cinco) marchas era oferecido somente como item opcional. Neste ano o Gol, até então equipado com motor 1.6 refrigerado a ar, passou por uma mudança, ficando com a frente e o motor iguais aos do Voyage, consagrando-o como sucesso de vendas da VW até hoje. Entra em cena a geração de motores AP (1.6 e 1.8)
Em 1986, foi lançado o Voyage GLS Super, com motor 1.8 do Santana que também equipava Gol GT e Passat GTS Pointer e bancos Recaro. O carro era marcado por sua arrancada impressionante, a qual chegava de 0 a 100 km em 11,1 e sua velocidade final testada em pistas era de 178 km. um dos mais rapidos dos anos 80 ate 90.
Em 1987, mudou externamente, ganhando novos faróis, grade e para-choques envolventes com cobertura plástica, e passando a ter câmbio de cinco marchas como item de série.
Em 1988, vieram novas portas, retrovisores, painel de instrumentos e acabamento interno. Nesta época as versões eram: CL (AP 1.6 ou 1.8), GL (AP 1.8) e GLS (AP 1.8S). Neste mesmo ano, o Voyage começou a ser exportado para os EUA e o Canadá, com o nome Fox e mais de 2.000 modificações, incluindo injeção eletrônica (Bosch - KE Jetronic).
O Voyage passou a utilizar o motor 1.6 CHT que Ford usava — que passou a ser chamado de AE-1600 (Alta Economia) — por causa da união com este fabricante, união denominada Autolatina. Apesar de não ter diminuído muito o consumo, sobretudo na versão a álcool, o motor ficou um pouco menos potente. Como alternativa, foi lançado uma série especial com motor AP 1.8 e 95 cv, denominado Voyage Plus, que trazia ainda estofamento com tecido listrado com listras na cor do veículo, bem como painel mais esportivo (o mesmo da versão GLS) e volante de Santana. Ainda em 1990, o VW Voyage 2 e 4 portas (como o nome de VW Senda) começou a ser produzido na Argentina em substituição ao VW 1500(conhecido no Brasil como Dodge 1800 e Dodge Polara) modelo inicialmente produzido pela Chrysler-Fevre Argentina S. A. (incorporada pela Volkswagen em 1982).
Em 1991, uma nova mudança nos faróis e na grade, porta malas de 420 litros. O motor 1.6 continuou a ser o AE 1.6, e no final foi introduzido o AP 1.8 na versão CL.
Nesta data algumas unidades de Voyages 4 portas nacionais (chassis iniciando em "BXX") foram fabricadas na unidade Anchieta SBC.
Assim como alguns carros da época o Voyage passou a ser equipado com o catalisador para adequação do modelo junto as normas de emissões de poluentes. Neste ano também se dava o término da produção das unidades 4 portas nacionais. Mantendo o painel desde 1990, em 1992 um conta giros (RPM) é incrementado a este modelo.
Em 1993, foi lançado o mais completo e mais potente Voyage, substituindo o Super: era o Voyage Sport 1.8S, que ficou em linha até 1994. Neste ano no versão 4 portas, o Voyage somente era fabricado na Argentina com motor 1.8. Ainda em 1993, com o fim da Autolatina, voltaram os motores AP 1.6, fora isto, em 1993 houve poucas mudanças resumidas a novos estilos de cor e acabamento.
No final de 1994, o Voyage deixou de ser fabricado no Brasil, sendo produzido somente na Argentina. No final de 1995 o Voyage saiu de linha. Nessa época só duas versões eram produzidas: a GL 1.8 e a Special (apenas 4 portas). Seu substituto, o Polo Classic, também era fabricado na Argentina, com motor AP 1.8, colocado transversalmente e equipado com injeção eletrônica, porta-malas maior e design mundial Volkswagen. Na época muitos choraram quando souberam que o sedan ia parar de ser produzido.
No filme Batman Returns, de 1992, todos os carros, fora o batmóvel, são Volkswagen Fox; ou seja, o Voyage brasileiro. 



☚⋆⋆
quinta-feira, 15 de dezembro de 2016
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
Como regular as Válvulas do Comando em motores Volkswagen AP ou MD
Volkswagen


Vou tentar explicar resumidamente como regular a folga das válvulas do comando do Voyage (mas o procedimento é o mesmo para qualquer motor Volkswagen das séries MD270, MD470 e os AP de qualquer cilindrada. As exceções óbvias são os Voyage com motor AE (CHT Ford da época da Autolatina) e do Novo Voyage que utiliza motores EA111 com tuchos hidráulicos.
O primeiro passo é ter as ferramentas básicas para desmontar as capas e tampas do motor (chaves 10 mm, Allen, etc) e as ferramentas específicas para esta regulagem.
Calibre de lâminas entre 0,05 e 1,00 mm, ferramenta para baixar as válvulas (vw546) e ferramenta para retirar as pastilhas (vw056).

Primeiro passo: Retirar as mangueiras do carburador e o cabo do acelerador que “passam”sobre a tampa do comando de válvulas, soltar as porcas de 10mm que prendem a tampa do comando e a proteção da correia dentada, depois com uma chave Allen soltar o parafuso que segura a proteção (prox. ao alternador). Retirando as proteções e a tampa você conseguirá ver o cabeçote com o comando e as pastilhas.
Segundo passo: Virando com uma chave de 19mm o Virabrequim, alinhe o motor de forma que o came do comando fique “para cima” na válvula a ser medida. Usando o calibre de lâminas veja a folga com o motor frio que deve ser de 0,20 + ou – 0,05mm na admissão e 0,40 + ou – 0,05mm no escape. Repita este procedimento para as 8 válvulas.

Terceiro passo: Caso a folga esteja fora do ideal será necessário trocar a pastilha, para isso use a ferramenta que “abaixa” os tuchos e com a outra ferramenta especial retire a pastilha alinhando os rasgos do tucho com as pontas da ferramenta (essa é a parte chata, como não tenho prática demorei para conseguir retirar as 4 pastilhas que precisei trocar)



Quarto passo: Na parte de baixo da pastilha está gravado o numero(espessura) desta forma mudando a medida da pastilha é possível acertar a folga.

O primeiro passo é ter as ferramentas básicas para desmontar as capas e tampas do motor (chaves 10 mm, Allen, etc) e as ferramentas específicas para esta regulagem.
Calibre de lâminas entre 0,05 e 1,00 mm, ferramenta para baixar as válvulas (vw546) e ferramenta para retirar as pastilhas (vw056).

Primeiro passo: Retirar as mangueiras do carburador e o cabo do acelerador que “passam”sobre a tampa do comando de válvulas, soltar as porcas de 10mm que prendem a tampa do comando e a proteção da correia dentada, depois com uma chave Allen soltar o parafuso que segura a proteção (prox. ao alternador). Retirando as proteções e a tampa você conseguirá ver o cabeçote com o comando e as pastilhas.
Segundo passo: Virando com uma chave de 19mm o Virabrequim, alinhe o motor de forma que o came do comando fique “para cima” na válvula a ser medida. Usando o calibre de lâminas veja a folga com o motor frio que deve ser de 0,20 + ou – 0,05mm na admissão e 0,40 + ou – 0,05mm no escape. Repita este procedimento para as 8 válvulas.

Terceiro passo: Caso a folga esteja fora do ideal será necessário trocar a pastilha, para isso use a ferramenta que “abaixa” os tuchos e com a outra ferramenta especial retire a pastilha alinhando os rasgos do tucho com as pontas da ferramenta (essa é a parte chata, como não tenho prática demorei para conseguir retirar as 4 pastilhas que precisei trocar)



Quarto passo: Na parte de baixo da pastilha está gravado o numero(espessura) desta forma mudando a medida da pastilha é possível acertar a folga.

Quinto passo: Instalar as novas pastilhas acertando a folga e remontar o motor com a tampa e proteções.
As pastilhas são fabricadas nestas medidas e tem estes numeros originais Volkswagen seguindo sempre a lógica de 0,05mm e aumentando um numero no final.
mm—-numero VW
3,00—- 056 109 555
3,05—-056 109 556
3,10—-056 109 557
até
4,25—-056 109 580
Observação: Se vc tem dúvidas sobre este procedimento ou não quer correr o risco de danificar o motor de seu Voyage, por favor procure um mecânico profissional.
sábado, 3 de dezembro de 2016
benzóico + ácido salicílico + iodo metálico - micotiazol solução tópica com 50 m
电机 步进电机 直流无刷电机
http://www.snowhitechem.com.pt/benzoic-acid-p-1019.html
Abaixo seguem as tabelas necessárias para leltura das velas NGK.
Exemplo: BC P R 6 E S - 11
电机 步进电机 直流无刷电机
http://www.snowhitechem.com.pt/benzoic-acid-p-1019.html
Abaixo seguem as tabelas necessárias para leltura das velas NGK.
Exemplo: BC P R 6 E S - 11
| Diâmetro da Rosca Medida do Hexágono | Caracteísticas de Construção | Grau Térmico | Comprimento da Rosca | Características Principais | Folga (mm) |
| B C | P R | 6 | E | S | 11 |
| Diâmetro da Rosca | Mediada do Hexágono | |
| A | 18mm | 25,4mm |
| B | 14mm | 20,8mm |
| C | 10mm | 16,0mm |
| D | 12mm | 18,0mm |
| E | 8mm | 13,0mm |
| G | PF ½ | 23,8mm |
| J | 12mm | 18,0mm |
| AB | 18mm | 20,8mm |
| BC | 14mm | 16,0mm |
| DK | 14mm | 16,0mm |
| DC | 12mm | 16,0mm |
| Caracteísticas de Construção | |
| L | Tipo compacto (Curto) |
| M | Tipo compacto (Bantam) |
| P | Tipo isolador projetado |
| R | Tipo resistivo |
| U | Tipo descarga superficial ou semi-superficial |
| Z | Tipo resistência indutiva |
| Grau Térmico |
| Quente: 2, 4, 5, 6, 7, 8, (85), 9, (95), 10, (105), 11, 12, 13 : Frio |
| Comprimento da Rosca | |
| E | 19,0mm |
| H | 12,7mm |
| L | 11,2mm |
| EH | Medida da Rosca Total: 19,0mm Rosca: 12,7mm |
| F | Tipo assento cônico Tipo A-F 10,9mm Tipo B-F 11,2mm Tipo B-EF 17,5mm |
| Características Principais | |
| C | Eletrodo lateral inclinado |
| F | Assento Cônico |
| G | Eltrodo central fino emliga de níquel |
| GV | Eletrodo central fino em liga de ouro-paládio e construção especial |
| J | 2 - Eletrodos laterais projetados |
| K | 2 - Eletrodos laterais |
| M | 2 - Eletrodos laterais para motor rotativo Mazda ou isolador = 18,5mm de comprimento |
| T | 3 - Eletrodos laterais |
| Q | 4 - Eletrodos laterais |
| P | Eletrodo de Platina |
| S | Eletrodo central de cobre |
| U | Tipo descarga semi-superficial |
| V | Eletrodo central em liga de ouro-paládio |
| VX | Eletrodo central em platina e eletrodo de massa especial |
| W | Eletrodo de tungstênio |
| X | Com folga auxiliar em sério para motores de popa. Para Autos, eletrodo central com pastilha de platina |
| Y | Eletrodo central corte em V |
| A,B,D, E,Z | Desenho especial |
| -L | Grau térmico intermediário |
| -LM | Tipo compacto (Compr. do isolador: 14,5mm) |
| -N | Eletrodo lateral especial |
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